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Religare na Expo 2020

Nossos diretores foram até a cidade de Dubai no Emirados Árabes Unidos para participar da Expo 2020, um dos mais importantes eventos mundiais que reúne diversos setores, como: empresas privadas, ONGs e instituições governamentais de todo o mundo.

O objetivo da viagem é encontrar novos parceiros de nível internacional que possam contribuir com o avanço de pesquisas e tratamentos relacionados às mais diversas síndromes.

A Expo 2020, sediada em Dubai, é um evento que conta com 192 países, entre eles o Brasil, discutindo e apresentando inovações em diversos segmentos. É o maior evento internacional desde a pandemia, sendo assim, de muita relevância para o mundo.

A expectativa é que 25 milhões de pessoas visitem os pavilhões durante o funcionamento da edição. São quase 200 países, incluindo o Brasil, que participam da Expo Dubai 2020.

O pavilhão brasileiro será um grande cubo branco, que trará imagens refletidas do país. A finalidade da estrutura montada é gerar negócios e contatos, além de melhorar a imagem da nação no Oriente Médio.

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Religare Lab cria primeiro Hackathon internacional de inovação em saúde

A Religare Lab é um espaço de conexão, aprendizado, experimentação e criação de novos produtos, com o objetivo de desenvolver soluções inovadoras para seus serviços de reabilitação, assim como fomentar ecossistemas de inovação em saúde.

É um projeto idealizado pelo Centro de Reabilitação Religare, clínica especializada no tratamento de síndromes como TEA, Síndrome de Down, entre outros transtornos e síndromes, que viu através da tecnologia a oportunidade de avançar e trazer benefícios à área da saúde, promovendo a melhoria de vida e a autonomia do indivíduo por meio da ciência e tecnologia.

A Religare Lab tem buscado estabelecer relações com profissionais da saúde, pesquisadores, universidades, startups, empresas de tecnologia, etc. já que os serviços para a saúde humana têm sido altamente impactados pelos avanços tecnológicos nas áreas da inteligência artificial, big data, blockchain, realidade virtual e internet das coisas

No mundo todo, os serviços e produtos de base tecnológica voltados para a categoria da saúde receberam mais de US$ 31,6 bilhões no primeiro trimestre de 2021. Esse volume é 23,9% superior ao quarto trimestre de 2020, quando o ecossistema internacional de startups de saúde levantou US$ 25,5 bilhões em aportes.

No Brasil, o mercado de healthtecs, startups voltadas ao setor de saúde, que desenvolvem tecnologias para otimizar todo o ecossistema, quebrou um recorde histórico de investimentos nos primeiros 3 meses do ano de 2021: mais de US$ 90 milhões investidos em startups de saúde nos primeiros dois meses do ano. Ou, para fins de comparação, esse valor corresponde a 85% de todo o volume investido em 2020. 

A partir desse contexto e buscando estimular e fomentar o desenvolvimento de inovações e startups na área da saúde no Brasil e em Portugal, a Religare Innovation Lab promove o HackHealthTech 2021, maior evento de âmbito internacional de inovação em saúde envolvendo instituições destes países, que acontece nos dias 07 e 08 de novembro.

O evento acontecerá simultaneamente em sedes no Brasil e em Portugal, nas cidades de Marília/SP e Leiria, respectivamente. A sede brasileira presencial será na Universidade de Marília – Unimar e, em Portugal, o evento acontece presencialmente no Leiria Startup, hub de inovação ligado à Universidade Politécnico de Leiria.

Nesta edição do evento, importantes instituições brasileiras e portuguesas trarão desafios e oportunidades para os participantes nas áreas da telemedicina, tecnologias de acesso à informação, digitalização de processos e serviços de saúde, dispositivos médicos, gestão e prontuários eletrônicos do paciente, marketplace, jornada do paciente, entre outros.

O evento acontecerá em 2 fases. Na primeira fase no dia 09 de outubro, acontece um seminário online onde especialistas da área de inovação em saúde e instituições do Brasil e Portugal apresentarão desafios e oportunidades de soluções e inovações na área da saúde.

Na segunda fase nos dias 06 e 07 de novembro, acontece o hackathon, maratona de desenvolvimento de soluções na qual, a partir dos desafios apresentados na primeira fase, os participantes reunidos presencialmente ou de forma online em equipes desenvolvem uma solução para os problemas propostos. O processo consiste na ideação, criação de um protótipo da solução e apresentação do projeto para uma banca de avaliação, formada por profissionais de saúde, empresários da área e investidores.

Os participantes contarão com o apoio de mentores nas áreas de Tecnologia da Informação, Marketing, Negócios, Inovação e Empreendedorismo, Saúde e Direito, que acompanharão o desenvolvimento das soluções durante o hackathon.

Durante o hackathon, as equipes poderão participar de forma online ou presencial nas sedes do Brasil e de Portugal. No total, serão distribuídos mais de R$ 50.000,00 em premiação e apoio para aceleração dos projetos para as melhores propostas.

O HackHealthTech 2021 tem o apoio das seguintes instituições: Universidade de Marília, Startup Leiria, Bluefields Aceleradora, Secretaria Municipal de Saúde de Marília, Hospital Beneficente Unimar, Politécnico Leiria e Hitachi.

HackHealthTech 2021

  • Seminário Online de Oportunidades e Desafios: 09 de outubro.
  • Inscrições para o hackathon: 09 a 31 de outubro.
  • Hackathon: 06 e 07 de novembro.
  • Divulgação dos resultados e premiação: 08 de novembro.
  • Site do evento para informações e inscrições: www.hackhealthtech.com.br
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Religare Innovation Health Conference 2021

Evento online de inovação na saúde acontecerá nos próximos dias 14 e 15 de julho

Inovação, empreendedorismo e tecnologias na área da saúde são os temas do Religare Health Innovation Conference 2021, evento promovido pelo centro de inovação com foco em saúde, Religare Innovation Lab e que acontecerá nos dias 14 e 15 de julho de forma online. O evento é gratuito e contará com grandes nomes da área de inovação e tecnologia aplicados a saúde, além de trazer healthtecs de destaque nacional.

“Essa será a primeira edição do evento, e buscamos apresentar como a área de saúde pode se conectar aos principais ecossistemas de inovação, permitindo que esse processo de transformação digital que está acontecendo em todos os setores da sociedade, se fortaleça neste contexto da saúde”, explicou a founder do Religare Innovation Lab, Dra. Priscila Parede.

No primeiro dia do evento, 14 de julho, ocorrerão palestras sobre a inserção da inovação e tecnologias na área da saúde. Com nomes reconhecidos nacional e internacionalmente, o evento será aberto com a apresentação do case Religare Innovation Lab, uma iniciativa de sucesso da integração de ações de pesquisa, desenvolvimento e inovação entre o setor privado e a academia. Na abertura haverá também a apresentação da parceria com a Universidade de Marília, com a presença da Pró-reitora de Pesquisa, Pós-graduação e Ação Comunitária da Universidade de Marília, Profa. Dra. Fernanda Mesquita Serva. Ainda no primeiro dia, o evento trará a Profa. Dra. Linda Bernardes, do Instituto Butantan, que fará uma palestra sobre a Inovação na Saúde e Eduardo Prado, um dos maiores especialistas da aplicação de Inteligência Artificial na Saúde, que tratará sobre essa mesma temática.

No dia 15 de julho, o foco estará no processo de empreendedorismo e inovação envolvendo a área da saúde. Primeiramente, acontecerá uma mesa redonda sobre o cenário das Healthtecs no Brasil, com especialistas e empreendedores de sucesso no fomento de startups na área, como Paulo Humaitá, da Bluefields Aceleradora, Walter Leandro Marques, da Leavening Aceleradora e Dr. José Felipe F. Martins, médico e fundador da startup Nick Saúde. Na sequência, será realizado um painel de apresentação de healthtecs, com startups que vem se destacando neste contexto de inovações para a saúde.

O evento é promovido pelo Religare Innovation Lab, uma das principais iniciativas de promoção e do desenvolvimento de novas tecnologias e inovações para o âmbito da saúde. “O Religare Innovation Lab tem promovido uma série de eventos levando essa discussão para toda a comunidade. O nosso intuito, além de criar tecnologias e transformar o modo como vemos a inovação na saúde, está na divulgação desse movimento, e como toda a área poderá ser impactada positivamente com esse processo”, complementou Priscila Parede.

Durante o evento, será lançado o HackHealthTech 2021, competição no formato de um hackathon, promovido em parceria com a Universidade de Marília – UNIMAR, focado no desenvolvimento de soluções inovadoras na área da saúde e que acontecerá no mês de novembro com premiação para os melhores projetos.

As inscrições para o evento são gratuitas e podem ser realizadas pelo site www.religarelab.com.br/conference2021.

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Existe diferença entre Asperger x Autismo?

Você com certeza já ouviu falar sobre esses dois termos, e muitas vezes provavelmente você chegou a ouvir o Asperger de fome bem separada do Transtorno do Espectro Autista, mas você sabe qual a diferença entre eles? Descubra agora!

Síndrome de Asperger e Autismo são a mesma coisa?

O Transtorno do Espectro Autista (TEA), antes considerado uma coisa só, hoje é um conjunto de diferentes condições marcadas por distúrbios que afetam o desenvolvimento neurológico. Essas condições se manifestam de formas diferentes e em níveis diferentes também.

Já a síndrome de Asperger, desde 2013, deixou de ser um diagnóstico separado, para se tornar uma condição que faz parte do espectro autista, considerada como o nível mais leve.

Esse termo, porém, tem caído em desuso, e hoje a nomenclatura mais correta a ser usada para definir os tipos de autismo é a de Suporte, que define o quanto o indivíduo precisa de ajuda para desenvolver atividades do dia a dia.

Diferenças entre autismo e a síndrome de Asperger

Uma das principais diferenças entre esses tipos de desordem do espectro é o nível em que os sintomas se manifestam. No autismo nível 1 (ou Síndrome de Asperger, como era chamada), o indivíduo não apresenta deficiência intelectual, tendo seu Q.I acima de 70 pontos.

Ele consegue se desenvolver com independência e autonomia, tem algumas dificuldades em se comunicar e entender alguns sinais sociais, mas sempre de forma sutil, sem implicar tanto em suas relações e interações.

Já nos outros níveis do autismo, o coeficiente intelectual é abaixo da média, apresentando assim limitações no aprendizado. Percebe-se também atrasos no desenvolvimento da linguagem, dificuldade em se relacionar e se comunicar.

Outro fator que diferencia esses níveis está principalmente no diagnóstico, no nível 1 ele vem mais tarde, geralmente após os 3 anos, quando a criança começa a apresentar dificuldades na socialização, rigidez na rotina, etc.

Nos outros níveis os sintomas são mais aparentes, tendo como primeiros sinais os atrasos de linguagem, dificuldades cognitivas e nos relacionamentos sociais.

Os tipos de autismo

Suporte 1 – leve (necessita de pouco suporte): se trata do tipo mais brando do autismo, como dito acima, demora mais para se ter o diagnóstico. O indivíduo tem algumas dificuldades na comunicação, mas nada que o limite na interação.

Suporte 2 – moderado (necessita de suporte): esse é um tipo de autismo com um grau mais elevado que o primeiro, tendo sintomas mais agravados, porém não tão intensos. A pessoa pode ter como sintomas: problemas na linguagem, fala e interações sociais.

Suporte 3 – severo (necessita de maior apoio/suporte): o paciente que se encaixa nesse tipo tem os sintomas bem mais agravados do que nos outros dois já citados, é considerado o modo “clássico”, geralmente tem o seu diagnóstico feito antes dos 3 anos, já que os sintomas são bem aparentes, como: comportamentos repetitivos, comprometimento da linguagem e socialização, dificuldade em manter contato com os olhos, prejuízos de funcionamento cognitivo e físico.

Autismo não é doença!

Independentemente do tipo, nível ou sintomas, é importante ressaltar que o autismo não se trata de uma doença, mas sim de uma condição, portanto não há cura!

Porém há tratamentos que podem propiciar uma melhor qualidade de vida para o autista. E a Religare oferece esse tratamento, totalmente multidisciplinar, contando com uma equipe de terapeutas ABA, fonoaudiólogos, psicoterapeutas, fisioterapeutas, entre outros.

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A importância do imitar para uma criança

Muitas crianças aprendem com a observação, observando os pais, irmãos, colegas, etc. As crianças imitam os sons, gestos, ações, expressões faciais e até mesmo a forma de andar. A imitação é um instrumento poderoso de aprendizagem, e são nessas interações recíprocas que as crianças observam o outro e descobrem muitas coisas novas. O observar abre muitas portas para a exploração do mundo ao seu redor, pois grande parte dos aprendizados acontecem desta capacidade de imitação e observação da criança.

Para as crianças com TEA, as interações sociais podem ser mais complexas e as dificuldades neste sentido podem gerar um maior evitamento devido ao padrão de evitamento às interações sociais, consequentemente estas crianças são expostas a um menor número de oportunidades de aprendizado. Sabemos que as crianças autistas são menos propensas a realizar imitações espontâneas, porém podem aprender a fazê-las com o estímulo adequado!

Por que a intervenção é necessária?

Os nossos pequenos não são incapazes de realizar imitações, mas possivelmente não estão motivados a observar os movimentos do outro e consequentemente não os imitam. Com a intervenção adequada como é realizado aqui na Clínica Religare, podemos estimular esta habilidade em nossas crianças, proporcionando uma ferramenta poderosa para o seu desenvolvimento! E como podemos estimular a imitação?  A motivação é a palavra-chave! As crianças aprendem naturalmente quando existe motivação e atenção para imitar, você pode estimular as imitações de diferentes formas; dentro das trocas naturais de turno, inseri-las nas rotinas de jogo e também nas atividades de vida diária. As imitações podem incluir: Imitar ações com objetos, imitar movimentos faciais- orofaciais, imitar sons, palavras ou frases.

A imitação também exerce um papel altamente importante nas interações sociais, já que existem regras sociais sutis e complexas que aprendemos através da imitação. Quando estamos conversando com um colega, por exemplo, sabemos qual a distância devemos manter em relação ao outro, utilizamos certa linguagem corporal dentro deste diálogo. Em alguns momentos, imitamos as expressões faciais ou gestos do outro que permeiam uma interação fluida e natural.  Além disso, a capacidade de imitação promove a empatia, ajuda as crianças no desenvolvimento da linguagem, promove a comunicação não verbal, ensina-as como objetos funcionam e auxilia no aprendizado das regras sociais para a conversação.

Estimular a habilidade de imitação dos nossos pequenos é como dar a eles uma ferramenta preciosa para que possam avançar nas mais diversas esferas do desenvolvimento!

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Tecnologia e terapia: Religare inova na hora de cuidar da sua família

O uso de tecnologias faz cada vez mais parte da nossa realidade, sendo a geração atual a mais afetada por esse novo processo. Se analisarmos as gerações passadas, também podemos ver como o uso das mais diversas tecnologias foi se fazendo presente, mas naturalmente, não na mesma intensidade do século 21. Um dos maiores diferenciais da nova geração (também chamada de alpha) é sua coexistência com o meio tecnológico, e sendo assim, faz-se cada vez mais necessário repensar a forma como utilizamos a tecnologia em prol das crianças e adolescentes, principalmente no que se trata a educação. Sendo assim, como podemos unir tecnologia e terapia em prol da promoção do bem-estar?

Pensando nisso a Religare decidiu inovar sua forma de fazer terapia: Unindo educação multissensorial com hardware, software, materiais concretos à nossa equipe de psicopedagogos e terapeutas ABA, apresentamos à vocês a Mesa Educacional Alfabeto. Com esse novo equipamento, a Religare tornou-se pioneira na utilização do equipamento para fins terapêuticos. Mais do que uma renovação na área da saúde, trata-se de uma revolução para você e sua família, que agora contarão com a união entre tecnologia de ponta e os melhores terapeutas do mercado. Mas afinal, o que é essa tecnologia?

Entendendo a Mesa Educacional Alfabeto

Trata-se de um suporte pedagógico que auxilia o terapeuta à preparar atividades para diferentes níveis de processo de leitura e escrita. A tecnologia une recursos que permite a criação de um ambiente interativo e estimulante, auxiliando o paciente a reconhecer letras, construir palavras e associá-las aos seus significados, criar, ler e interpretar textos e muito mais.

Existem inúmeras pesquisas que mostram o seu potencial educacional, mas é interessante ressaltar como que a Mesa Educacional Alfabeto destaca a riqueza visual daquilo que está sendo ensinado, e mais do que isso, conta com apoio auditivo e manipulação do material concreto para que, sobretudo, o processo de alfabetização seja não só certeiro e eficaz como também prazeroso. Sendo assim, podemos ver o melhor da união entre tecnologia e terapia.

Do ensino à interação social

É interessante ressaltar que o contato com o equipamento é sempre orientado, e junto a isso, a aplicação das atividades – e sua dificuldade – varia de acordo com o nível de aprendizagem do paciente. Conforme o paciente for evoluindo, avançam também as etapas das atividades, interagindo com os materiais e vencendo níveis. O mais interessante aqui é como que essa abordagem não só estimula a alfabetização de forma lúdica e satisfatória, como também promove a autonomia e segurança para entrarem – e vencerem – novos desafios (dentro e fora da tecnologia).

Outro ponto muito relevante é que a Mesa pode ser utilizada por grupos de até seis pacientes simultaneamente para não só estimular o aprendizado do alfabeto como também suas habilidades sociais, trabalhando interação e colaboração. Aqueles com menor dificuldade auxiliam – junto ao terapeuta – os colegas a realizar atividades, fortalecendo laços de amizade e as noções de solidariedade.

Através dos exercícios, a mesa é capaz de estimular o interesse, a curiosidade e sobretudo o amor pelo conhecimento. Um dos protagonistas aqui é o lúdico, que faz com que a criança tenha um maior envolvimento no processo de aprendizagem, e claro, através da interatividade.

Conheça os recursos

São inúmeras atividades que convergem tecnologia e terapia para estimular a aprendizagem e desenvolver habilidades sociais

A Mesa Educacional Alfabeto conta com atividades que apoiam o processo de alfabetização e letramento. São narrativas diferentes que trabalham da melhor maneira possível dentro da realidade do paciente, abordando suas dificuldades e aprimorando suas habilidades. Trata-se de um equipamento único no mercado, cuja interação entre terapeuta e paciente torna-se ainda mais lúdica. Vale lembrar que a plataforma conta com narração, blocos com letras e etiquetas em braile, animações em LIBRAS, regulagem de altura e recurso de lupa, tornando o processo ainda mais inclusivo.

A datilologia como processo inclusivo

O paciente sempre poderá contar com recursos de acessibilidade na Mesa Educacional Alfabeto. Aqui na foto, por exemplo, podemos ver no canto inferior direito o Patrulheiro das Galáxias, nosso amigo virtual que ajudará os pacientes em cada uma das histórias. Aqui no caso o PG está representando a palavra “empada” por meio da datilologia (alfabeto manual).

A lupa é mais um recurso de inclusão da Mesa Educacional Alfabeto

Na imagem acima possuímos uma atividade que auxilia o desenvolvimento da leitura através de fábulas, nesse caso, a chapeuzinho vermelho. É interessante notar o uso da lupa no exercício, que auxilia os pacientes com baixa visão a participarem de cada uma das atividades. Essa relação entre tecnologia e terapia torna-se ainda mais evidente em um ambiente inclusivo.

O uso dos blocos são importantíssimos no processo de alfabetização

Alfabetização e realidade virtual

O uso dos blocos na Mesa Educacional Alfabeto auxiliam os pacientes a aprenderem a reconhecer as letras, aprimorando suas habilidades de construção e associação de palavras, assim como seus significados. Não só isso, através da plataforma é possível estimular e ensinar a leitura, criação e interpretação de textos. Na imagem acima podemos ver no canto inferior direito novamente a inclusão de LIBRAS, tornando acessível o conteúdo para pacientes com deficiência auditiva. Quando se trata de tecnologia e terapia, garantimos à você e sua família o melhor desenvolvimento possível para seu/sua filho(a).

A Realidade Aumentada é mais um dos recursos da Mesa Educacional Alfabeto

As atividades com R.A (Realidade Aumentada) incluem uma tecnologia que permite a interação de objetos reais com ambientes virtuais em 3D. Através de uma câmera no equipamento, é capturada a imagem das tags (placas como as da imagem acima), transformando-as em imagens 3D que podem ser manipuladas pelo paciente como “marionetes virtuais”.

Foto da Mesa Educacional Alfabeto na nossa Unidade Figueiras

O equipamento possui inúmeros recursos que auxiliam no direcionamento não somente dos terapeutas como também dos pacientes. Um exemplo disso são os três volumes do Dicionário Aurelinho (dicionário infantil ilustrado na Língua Portuguesa) que ajuda o paciente a entender o significado de palavras que possui dúvida, e da mesma forma, conhecer novas palavras.

Com a Mesa Educacional Alfabeto, exploramos o melhor da união entre tecnologia e terapia, estimulando ainda mais a criatividade das crianças

Onde posso encontrar uma clínica com a Mesa Educacional Alfabeto?

Como dissemos acima, nós da Religare somos pioneiros nesse processo, e portanto, você encontra a melhor tecnologia e o melhor tratamento para sua família aqui! Além de todo o auxílio e acolhimento, possuímos os melhores terapeutas do mercado para que seu/sua filho(a) possua o melhor tratamento e desenvolvimento possível. Um dos nossos diferenciais é que aqui você encontra todas as terapias que seu filho precisa em apenas um lugar, sendo elas: Terapia ABA, Fonoaudiologia, Terapia Ocupacional, Psicopedagogia, Psicomotricidade, Musicoterapia, Fisioterapia, Hidroterapia e Psicologia para familiares (afinal todos merecem o bem-estar, né?).

Se você gostaria de conhecer mais sobre nosso trabalho, agende uma visita agora mesmo através do número (11) 4319-2522. Será um prazer recebe-lo(a)!

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Terapia ABA: Autismo, Cuidado e Socialização

Papais, mamães ou familiares que convivem com crianças autistas ou outros transtornos/distúrbios neurobiológicos sabem que dentre todas as preocupações, o desenvolvimento de habilidades sociais e conduta é algo que tende a se sobressair. O que todos queremos é que nossos pequenos eventualmente se tornem independentes e autônomos, né?

Por esse motivo, vamos ver hoje como a Terapia ABA pode auxiliar no desenvolvimento social e porque ela é tão importante.

Em suma, para quem não sabe o que é ABA, trata-se de uma área do conhecimento que desenvolve pesquisa e aplicações com base na ciência da análise do comportamento. Por conta disso, ABA significa Análise do Comportamento Aplicado. Caso queira saber mais sobre o que é ABA e como ela funciona, não deixe de conferir nosso site.

Esse modelo de terapia auxilia e muito não só com questões sociais como também de auto-cuidado. Inicialmente conhece-se o paciente e seu histórico para que o planejamento possa ser feito, isto é, leva-se em conta os diferentes contextos da vida do paciente junto ao seu comportamento, que será analisado e por consequência será melhorado.

Se formos pensar em um ato simples do quotidiano que muitos encontram dificuldade, como escovar os dentes, o que pode ser feito? É interessante separar em partes todo o ato, ou seja, inicialmente entra-se no banheiro, acende a luz, fica em frente à pia, pega a escova, posiciona a escova na pia, pega o creme dental, alinha o creme dental com a escova, coloca a quantidade adequada do creme dental na escova e por aí vai.

Ou seja, por mais simples que pareça, é fundamental dividir cada passo desse ato para que a criança desenvolva cada um desses pontos. A Terapia ABA então, exerce um papel fundamental para proporcionar estratégias à criança e familiares com o propósito de ensinar cada uma dessas partes que são cruciais e que farão a diferença no seu comportamento, fazendo com que ela desenvolva não só o cuidado de si como também suas habilidades sociais.

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Síndrome de Prader Willi

A síndrome de Prader Willi é originada no cromossomo 15. Essa síndrome é capaz de afetar tanto meninas, quanto meninos em um complexo quadro de sintomas, mudando a intensidade de indivíduo para indivíduo.

Geralmente, bebês com Síndrome de Prader Willi (PWS) apresentam baixo Apgar ao nascer, dificuldade de sugar, choro fraco e raramente conseguem ser amamentados. Seu desenvolvimento neuro motor é lento, tardam a sentar, engatinhar e caminhar.

Sintomas

A Síndrome é de causa genética que leva o nome de seus descobridores Andreas Prader, Heinrich Willi e Alexis Labhart, que fizeram a descrição dos sintomas do que hoje sabemos ser a Síndrome. Ambos identificaram uma alteração cromossômica estrutural que leva a uma deleção que basicamente altera o tamanho do cromossomo, em termos práticos existe um comprometimento de ordem metabólica que gera atrasos no neurodesenvolvimento.

Até os 2 anos, os bebês apresentam perceptíveis quadros de fraqueza muscular, limitação de amplitude muscular, pouca resposta aos estímulos, luxações e subluxações, com prejuízo estimulação orofacial e consequente dificuldade na aquisição da fala e presença de hipotonia.

A deficiência intelectual acompanha o quadro geral que dá à síndrome a característica multissistêmica. Ela apresenta fases: Fase 1, na qual o indivíduo apresentava dificuldade de se alimentar, hipotonia e insuficiência de crescimento; e a Fase 2, caracterizada por “hiperfagia que leva à obesidade”.

Tratamento

A síndrome de Praden-Willi não possui cura. Porém, é possível aliviar a intensidade dos sintomas dos portadores da síndrome, que viverão mais e melhor. Com auxílio de um tratamento orientado por equipe multidisciplinar – pediatra, endocrinologista, neurologista, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, pedagogo, terapeuta ocupacional, etc. – faz com que melhore o quadro clínico do paciente extensivamente.

É de extrema importância o diagnóstico precoce para o tratamento precoce. Os tratamentos nutricional, hormonal e Interdisciplinar, com foco em Regulação de Comportamentos, Controle de Impulsos, Treinos de AVDs, Atenção e Concentração e demais déficits presentes.

No Centro De Reabilitação Religare contamos com as melhores práticas com evidências científicas para o tratamento dos pacientes com Síndrome de Prader-Willi, temos uma equipe Interdisciplinar treinada e capacitada dentro da abordagem da Medicina Integral.

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Como ajudar meu filho com a queima de fogos?

Quando pensamos nas festas de final de ano é inevitável o pensamento sobre todo aquele alvoroço, a quebra na rotina, toda alegria, descontração, mas também em todo o desconforto gerado nos pacientes por conta destas mudanças.

Faz parte do “cardápio” de fim do ano, comidas diferentes, passeios especiais e…. os fogos de artifícios!

Temos então que falar com muito carinho sobre o Transtorno do Processamento Sensorial, que está presente entre 40% a 80% dos pacientes dentro Espectro do Autismo e também acomete os pacientes com Deficiência Intelectual.

Transtorno do Processamento Sensorial é uma condição neurofisiológica onde cérebro recebe, processa informações, sensações, as integra e as devolve afim de que a pessoa cumpra seus papeis sociais.

Quando existe o Transtorno no Processamento Sensorial, há um impacto imenso na rotina do paciente, pois a exposição, sentimentos, sensações, podem se tornar extremamente doloridos, desafiadores, imaginem 5 a 7 minutos de luzes intensas com sons ensurdecedores como no caso dos fogos de artifícios na passagem do ano!

Dicas de como Ajudar seu filho nesta época do ano:

Se antecipe!

O Youtube é repleto de vídeos com shows de fogos, a princípio mostre algum vídeo sem som, em um momento tranquilo quando seu filho demostrar interesse pelas imagens, aos poucos aumente o volume, bem aos poucos. Esse processo tem o nome de Dessensibilização.

Outro recurso interessante são as histórias sociais, com imagens, onde conta para seu filho uma sequência breve de um evento festivo com fogos, por exemplo. Sempre lembrando que recurso visual é indispensável.

Esteja preparado(a) com fone de ouvido! Verifique que seja um fone que realmente vede o sons. Se organize para que ele esteja disponível para este momento e é muito interessante que a criança e o adolescente sejam conduzidos a fazer algo prazeroso neste período, separe com antecedência o jogo de preferência ou atividade que ele mais gosta.

Caso seu filho esteja calmo traga para ver o fogos, mas com o fone. E lembre-se, precisa ser divertido!

Toda Família merece um final ano alegre e feliz, esperamos que estas dicas possam ajudar as famílias, pois todos merecem comemorar.

Boas festas!

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Sintomas de autismo, não! Autismo não é doença.

Precisamos compreender que quando falamos de autismo, não falamos de “doença”, afinal, o Transtorno do Espectro Autista se caracteriza como um Transtorno do Desenvolvimento, logo, não existem sintomas mas sim, sinais que podemos observar quando se trata de tentar obter um diagnóstico (lembrando que este deve ser feito por um profissional). Muitas famílias apresentam dúvidas relacionadas a identificar sinais de autismo em relação aos seus filhos e/ou parentes, podendo apresentar dificuldade em compreender alguns comportamentos. Sabendo disso, vamos auxiliar vocês a entenderem alguns sinais de TEA ao longo do desenvolvimento infantil, afinal é de suma importância que quanto mais cedo tais sinais forem identificados, melhor será o desenvolvimento e assistência dessas crianças.

  • Até os 06 meses: Pouco ou nenhum contato visual, tendo preferência por fixar o olhar em objetos ou lugares mais estimulantes. Chamamos isso de atenção visual atípica.
  • 06 à 12 meses: Atenção atípica à estímulos, isto é, fixando-se em estímulos específicos ou até mesmo ignorando-os; dificuldade em alternar o contato visual de um estímulo para outro e preferência em fixar o olhar em seres ou objetos inanimados.
  • 12 à 18 meses: Cada vez menos contato visual; não responde (ou responde pouco) ao ouvir o próprio nome; respostas sensoriais atípicas (apresenta muita sensibilidade – ou falta dela – a sons, luzes ou texturas); irritabilidade; poucos gestos comunicativos.
  • À partir dos 18 meses: Dificuldade em brincar de faz de conta (muita literalidade); respostas sensoriais atípicas; atraso na comunicação verbal e não verbal e irritabilidade.
  • Período pré-escolar: Possível falta de empatia; atrasos ou ausência de fala; interesses restritos e falta de interesse em brincar com colegas.
  • Período escolar: Dificuldade com interação social; comportamentos repetitivos (como bater as mãos, se balançar); falta de atenção ao ambiente em volta e alta resistência à mudanças.

Identificar sinais como esses são fundamentais, mas apenas um profissional especialista (muitas vezes um neuropediatra) será capaz de avaliar se o desenvolvimento da criança está ou não relacionado com o TEA. Por conta disso, é necessário estar atento aos sinais para que a consulta possa ser agendada o quanto antes.

Você já sabe o que fazer na primeira consulta com o neuropediatra? Nós preparamos um post explicando passo-a-passo do que deve ser feito e você pode conferir clicando aqui.

Além disso, nós da Religare possuímos uma rede de profissionais interdisciplinares, preparados para fazer uma avaliação minuciosa, para o quanto antes, caso necessário, iniciar o tratamento. Contamos com Terapia ABA, Fonoaudiologia (e cabine), Terapia Ocupacional, Psicopedagogia, Psicomotricidade, Musicoterapia, Hidroterapia, Fisioterapia e atendimento psicológico para os familiares e/ou responsáveis, afinal todos precisam de cuidados e acolhimento, entre em contato conosco através do telefone 11 4319-2522 e agende a sua visita.