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Da Estereotipia à Autorregulação

Da Estereotipia à Autorregulação

Você já presenciou seu filho tendo algum comportamento repetitivo e você não compreendeu o motivo? Por exemplo, um balancear incessante das pernas, girar objetos, estalar os dedos, ou até mesmo enrolar o cabelo repetidas vezes? Então, é muito provável  que você tenha presenciado a estereotipia.

      A estereotipia é caracterizada por todo tipo de comportamento repetitivo que não necessariamente apresenta uma intenção, e normalmente, é de enorme interesse da criança.  A estereotipia é uma das formas que a criança encontra como caminho para a autorregulação.

Segundo Withman a estereotipia serve como um tipo de mecanismo de filtragem para reduzir os estímulos externos que aumentam a tensão e a ansiedade. Essas respostas estereotipadas também podem ser emitidas quando o individuo encontra-se estressado ou experimenta um alto nível de excitação. Mas como um profissional pode auxiliar na diminuição da estereotipia? Como trabalhamos aqui na Clinica Religare para que nossos pacientes caminhem da estereotipia à autorregulação?

Quando a estereotipia ocorre durante os atendimentos, visando diminuí-las, o terapeuta ABA deve utilizar de técnicas de redirecionamento, que consistem em:

  • Quando a criança apresentar um comportamento estereotipado, o terapeuta deve intervir redirecionando a atenção do paciente para alguma tarefa ou atividade que a criança consiga executar com facilidade.

Nessa hora, o reforçador secundário entra em ação, a técnica consiste em ações que estão relacionadas à origem do individuo, desde seu nascimento até o momento atual da
vida, que por sua vez, estão relacionados a recompensas mais básicas, como afeto e elogios, que farão com que a criança emita mais comportamentos que devam ser reforçados, diminuindo a incidência futura da estereotipia.

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