Musicoterapia

A musicoterapia é o conjunto de técnicas que utiliza a música e seus elementos na prevenção, tratamento e reabilitação do indivíduo. Sendo uma terapia auto expressiva ela visa facilitar e encontrar caminhos de comunicação que trabalham não só a linguagem verbal. Geralmente, são usadas músicas e sons, sempre utilizando o universo sonoro como discurso principal. 

A musicoterapia também aperfeiçoa a qualidade de vida e melhora as condições físicas, sociais, comunicativas, emocionais, intelectuais, de saúde e bem estar.

Como funciona a musicoterapia no Religare?

A musicoterapia é dividida entre receptiva e interativa, proporcionando e engajando o indivíduo a uma experiência musical. A primeira foca na escuta musical, de uma fonte sonora gravada (vídeo e playlist) e ou ao vivo (terapeuta), a segunda no fazer musical, por isso interativa, de interação.

A musicoterapia tem como base quatro experiências musicais, improvisação, criação,composição e escuta musical.  Essas experiências podem ser apresentadas em diversas dinâmicas e modalidades.

 

Porque a musicoterapia é tão importante no tratamento do TEA?

A música trabalha no cérebro de uma maneira abrangente, e é por isso que pode-se dizer que a música possibilita o aumento da neuroplasticidade, visto que quando tocamos, exercitamos o lado esquerdo e direito do cérebro, que por sua vez faz maiores sinapses, o que traz assim o aumento do corpo caloso e dos neurônios.

Além da questão cerebral, a Musicoterapia trabalha com o princípio de ISO (Histórico sonoro), a identidade sonora do paciente, permite que o mesmo se reconheça durante a sessão nas músicas, também estimula a identidade, musicalidade e autoestima.

No aspecto motor, a Musicoterapia interativa proporciona o aumento de tônus, amplitude de movimento, estabilidade e força. 

Um exemplo é o violão, quando é tocado, trabalhamos a independência motora dos membros esquerdo e direito e a coordenação motora fina dos dedos. Já um tambor, estimula a força necessária para conseguir tirar algum som do instrumento.

Por último, podemos elencar a musicoterapia em aspectos comportamentais. Pelo fato de que, a música estipula regras melódicas, harmônicas e rítmicas que não podemos ignorar, apenas nos adaptar. O que nos gera a questão da aceitação de regras.

Abrir Conversa
Entre em contato conosco!
Entre em contato conosco!