Terapias

Terapias

Psicologia

Sobre as áreas de atuação

Como trata-se de uma área dedicada a compreender os processos que envolvem emoção, memória, raciocínio e percepção no comportamento humano, as áreas de atuação são muito amplas.

A área mais conhecida é a psicologia clínica, que auxilia a resolver sofrimentos mentais e/ou comportamentais com o intuito de melhorar a qualidade de vida daquela(s) pessoa(s). Existe também a psicologia comunitária e social, que possui os mesmos intuitos da psicologia clínica, entretanto, em uma abordagem mais ampla, ou seja, trabalha com grandes populações. Outros ramos não tão conhecidos são: psicologia educacional, psicologia forense e psicologia esportiva.

O primeiro cuida de questões relacionadas ao aprendizado e o desenvolvimento das instituições de ensino. O segundo é a base das avaliações psicológicas enquanto suporte de processos judiciais, e a terceira visa melhorar o desempenho de atletas.

Existem inúmeras áreas onde a psicologia atua, sendo vastos os campos de estudo e de especialização. É importante lembrar que a ida ao psicólogo não necessariamente precisa ter traumas ou problemas como base, afinal querer melhorar a qualidade de vida, em qualquer âmbito, pode ter auxílio de um psicólogo.

Através de análises e estudos minuciosos, o psicólogo tratará de questões emocionais, comportamentais, de sofrimento, tristeza, preocupações, entre outras questões que podem aparecer.

Como a Religare atua com profissionais de Psicologia?

A base da nossa empresa é a psicologia, que se ramifica entre outras terapias tão importantes quanto. Para nossos pacientes, possuímos por exemplo: Terapia ABA, Psicopedagogia, Terapia Ocupacional, Fonoaudiologia, Musicoterapia, Psicomotricidade, Fisioterapia e Hidroterapia. Mesmo que essas áreas possam em um primeiro olhar não convergir com a psicologia, todas elas possuem supervisão de psicólogos com especialização em ABA. 

Além disso, contamos com psicólogos clínicos para conversar com os familiares e/ou cuidadores enquanto os pacientes estão em terapia. Afinal prezamos pelo acolhimento de cada integrante da família,já que todos precisam estar bem.

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Psicopedagogia

A psicopedagogia baseia-se em compreender como acontece a construção do conhecimento, tal como os processos de aprendizagem humana, e por consequência, promover uma maior eficácia da educação. Trata-se portanto da união entre a pedagogia e a psicologia. Não obstante, é uma área ainda mais multidisciplinar, abordando conhecimentos de neurologia e também de antropologia.

A abordagem psicopedagógica envolve quatro pilares principais: psicológicos, pedagógicos, afetivos e cognitivos. Esses aspectos são de fundamental importância na área ao observar os comportamentos da criança, já que são responsáveis também por sua noção do espaço em que habita.

Trata-se essencialmente de um campo investigativo, proporcionando ao psicopedagogo todas as condições de desenvolver a melhor trajetória de aprendizagem.

Por basear-se na análise e observação profunda de uma situação concreta, possibilita que o psicopedagogo utilize de seus conhecimentos prévios e fundamentados nas características do Transtorno do Espectro Autista (TEA), proporcionando intervenções eficazes, ainda mais quando alinhadas à aspectos comportamentais e cognitivos.

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Terapia Ocupacional

A Terapia Ocupacional auxilia no tratamento de dores, lesões, doenças, distúrbios ou deficiências que dificultam a rotina de trabalho, escola, autocuidado, tarefas domésticas, movimentação em geral, etc. Sendo assim, a Terapia Ocupacional ajuda a pessoa a se adaptar, executar suas demandas e utilizar ferramentas como dispositivos de assistência caso necessário.

O Terapeuta Ocupacional auxiliará portanto no tratamento e em uma melhor compreensão de seus movimentos corpóreos, garantindo com que o paciente consiga dar continuidade e finalizar seu trabalho, suas tarefas, praticar esportes e se manter ativo.

A Terapia pode auxiliar em questões específicas como:

  •         Se alimentar sem ajuda de outras pessoas
  •         Participar de atividades que envolvem o lazer
  •         Tomar banho e se trocar sozinho
  •         Cuidar de tarefas domésticas como lavar roupas e limpar a casa

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Terapia ABA

Utilizada no mundo todo, a Terapia ABA (Análise do Comportamento Aplicada) é capaz de apresentar resultados significativos no desenvolvimento dos pacientes, promovendo o bem-estar e autonomia.

Mas afinal, o que é Terapia ABA?

ABA vem do inglês Applied Behavior Analysis (Análise do Comportamento Aplicado) e é uma terapia/método baseado na ciência do aprendizado e do comportamento.

O que essa análise nos ajuda a compreender?

Entre suas compreensões, é possível citar:

  • Como funciona o comportamento
  • Como o comportamento é afetado pelo ambiente
  • Como ocorre o aprendizado

A Terapia ABA, portanto, nos ajuda a entender como o comportamento ocorre em situações reais. O intuito é desenvolver os comportamentos que são positivos para a vida da pessoa (e aquelas ao seu redor) e diminuir os comportamentos que são danosos ou afetam a aprendizagem.

No que a Terapia ABA pode auxiliar?

  • Aumentar as habilidades de linguagem e comunicação
  • Melhorar o foco, atenção, habilidades sociais e acadêmicas, memória, etc.
  • Diminuir problemas de comportamento

O método têm sido estudado e utilizado por décadas por ter ajudado diversos tipos de pessoas a terem novas habilidades (mais saudáveis e aprendendo novas formas de linguagem). Terapeutas utilizam ABA para auxiliar crianças com autismo desde, no mínimo, a década de 60 do século passado.

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Fonoaudiologia

A fonoaudiologia envolve a avaliação e tratamento de problemas comunicativos e distúrbios da fala. O patologista (aquele que estuda doenças, distúrbios e/ou alterações no organismo) que pratica tal terapia e se dedica à compreensão e tratamento de linguagem e fala é chamado de fonoaudiólogo.

O fonoaudiólogo, portanto, utiliza técnicas, articulações terapêuticas, atividades de intervenção linguística, entre outros dependendo do caso e/ou situação.

Não há idade mínima para intervenção fonoaudiológica, podendo ser aplicada por problemas de fala e comunicação desenvolvidas na infância ou comprometimento da forma de se comunicar em adultos gerados por alguma patologia, como um AVC (Acidente Vascular Cerebral), dano cerebral, entre outros.

Qual a necessidade da Fonoaudiologia?

Existem diversos distúrbios no âmbito da fala, linguagem e comunicação que podem ser tratadas com fonoaudiologia, como por exemplo:

  • Distúrbios de articulação: É a inabilidade de formar com eficácia certos sons de palavras. Uma criança com este tipo de distúrbio pode trocar, distorcer, adicionar ou remover sons de algumas palavras. Exemplos (mais comuns em crianças): “Manoese” (maionese), “Troncole” (controle), “Ximirica” (mexirica), “Camiage” (maquiagem), “Macurujá” (Maracujá), entre outros.
  • Distúrbios de fluência: Afeta como as palavras fluem, velocidade e ritmo da fala. A disfemia (gagueira) é um exemplo deste tipo de distúrbio, onde a pessoa possui dificuldade em pronunciar um som, tendo como possível causa um bloqueio, interrupção ou repetição de palavras, vogais ou consoantes. Pode ocorrer também com o distúrbio de fluência uma fala extremamente rápida, misturando palavras e por consequência sua sonoridade. 
  • Distúrbios de ressonância: É quando ocorre o bloqueio ou obstrução do fluxo aéreo regular nas cavidades nasais ou orais, alterando as vibrações responsáveis pela qualidade da voz. Isso pode acontecer também se a válvula velofaríngea (válvula que separa a cavidade nasal e oral em atividades que envolvem fala e deglutição) não fechar corretamente. Os distúrbios de ressonância são frequentemente associados à fissura palatina (fissura labial), distúrbios neurológicos e amígdalas inchadas. 

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Além disso, também contamos com a nossa Cabine de Fonoaudiologia para treinamento auditivo, funcionando da seguinte forma:

O treinamento auditivo (TA) visa aprimorar as habilidades auditivas, a fim de reduzir as dificuldades de comunicação e dificuldades escolares, nos indivíduos com alterações de processamento auditivo.


O treinamento auditivo otimizar os circuitos neurais por meio do aumento do número de neurônios envolvidos, da mudança no tempo de sincronia neural e aumento de conexões sinápticas. As mudanças que ocorrem no sistema nervoso auditivo central ocorridas após TA são fundamentadas na neuroplasticidade.


Plasticidade neural pode ser definida como: A capacidade do sistema nervoso adapta-se a diferentes estímulos, a plasticidade neural auditiva promove mudanças anatômicas e/ou funcionais no sistema de responsável pelas informações auditivas. Sendo assim a estimulação auditiva por meio do treinamento auditivo promover uma reorganização no SNAC, fortalecendo as habilidades auditivas alteradas.

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Musicoterapia

Já aconteceu alguma situação durante sua rotina diária em que uma música começou a tocar em algum lugar e, instantaneamente, você foi levado para algum lugar do passado onde aquela música representava uma cena e/ou situação muito importante na sua vida? Talvez a música cause felicidade, calma, tristeza. O ponto é, nós sabemos e sentimos constantemente o poder da música.

Você sabia, entretanto, que a musicoterapia é uma ciência evidence-based (baseado em evidências)? Abaixo você encontrará todas as informações sobre essa profissão que muda a vida de tantas pessoas.

O que é a Musicoterapia e como ela funciona?

De acordo com Kenneth E. Bruscia (1991) – pós-doutor e professor emérito de musicoterapia na Temple University (Filadélfia) – a musicoterapia é “um processo interpessoal em que os terapeutas utilizam da música e suas facetas para ajudar pacientes a aprimorarem, restaurarem ou manter a saúde” (Maratos, Gold, Wang & Crawford, 2008).

Um pouco depois, já em 1998, Kenneth sugeriu uma definição alternativa de musicoterapia, definindo-a como “um processo sistemático de intervenção onde o terapeuta ajuda o paciente a promover sua saúde utilizando de experiências musicais e relações que desenvolvem forças dinâmicas de mudança” (Geretsegger, Elefant, Mösller & Gold, 2014).

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Psicomotricidade

Um psicomotricista pode trabalhar com pessoas de qualquer idade:

  • Recém-nascidos prematuros: Traumas causados por um parto prematuro, a relação entre pais e filho pode ser modificada em âmbitos psicológicos. O psicomotricista nesse caso pode incentivar o envolvimento dos pais oferecendo uma avaliação das capacidades do recém-nascido, introduzindo estímulos adaptados para incentivar a comunicação e exploração do mundo circundante através do relacionamento. Isto é, o objetivo é reconstruir o vínculo que foi abalado por algum motivo.
  • Crianças jovens: O psicomotricista é licenciado para tratar atrasos ou lacunas no comportamento psicomotor, tratando aquisições ou déficits em uma ou várias habilidades motoras como lateralidade, movimento, etc. Pode tratar também casos de paralisia cerebral, doenças genéticas e desenvolvimento tardio. O psicomotricista também pode tratar pacientes com distúrbios de comunicação, habilidades de escrita, hiperatividade, problemas de concentração. Outros casos também podem ser tratados com psicomotricidade, como TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade), TEA (Transtorno do Espectro Autista), Transtorno do Desenvolvimento Pervasivo, entre outros.
  • Adolescentes: O psicomotricista é capaz de auxiliar problemas que muitos adolescentes encontram em relações inter ou intrapessoais, isto é, problemas consigo mesmo, com a família, ambiente social, ou situações como problemas emocionais, anorexia, distúrbios psiquiátricos, etc.
  • Adultos e idosos: O psicomotricista também possui habilidades em áreas como memória (Alzheimer), equilíbrio (prevenção de quedas), estresse (provendo relaxamento), imagem corporal (distúrbios psiquiátricos como esquizofrenia), espaço e tempo (desorientação espaço-temporal de pacientes com demência).

Psicomotricidade e autismo

A psicomotricidade como vimos possui uma participação fundamental nas funções globais do cérebro. Por isso, tal abordagem se torna muito eficaz em crianças autistas, por exemplo, já que suas bases vão de encontro diretamente com as demandas correspondentes. A psicomotricidade auxilia a compreensão e reajuste de impulsos, percepções espaciais e limitações espaciais. Por consequência, há uma evidente melhora na interação com o meio e com o outro, organizando as ações e expressões.

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Fisioterapia

Fisioterapia para crianças com autismo

Além das dificuldades comportamentais, sensoriais e socioemocionais, muitas crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) também terão dificuldades com suas habilidades e capacidades motoras.

As crianças com TEA podem atingir marcos motores brutos precoces, como sentar, engatinhar e caminhar independente dos prazos esperados, mas a qualidade de seus movimentos pode ser “imatura” ou esteriotipada quando comparados com seus pares. Essas habilidades motoras iniciais fornecem as bases para o desenvolvimento de habilidades motoras posteriores, que exigem controle de movimento mais refinado e sofisticado. Como resultado, crianças com TEA podem ter dificuldades para dominar habilidades motoras de nível superior, como habilidades com bola, pular, andar de bicicleta, equilibrar e pular. Essas habilidades afetam a participação geral da criança em atividades de pares e da comunidade, que subsequentemente afetarão seu desenvolvimento geral.

Alguns sinais de que uma criança com TEA podem se beneficiar de um fisioterapeuta pediátrico:

  • Realização atrasada dos marcos motores brutos
  • Dificuldades com arremessar, pegar, chutar ou driblar
  • Brincar no parquinho
  • Brincar ou praticar esportes acompanhado de colegas
  • Participar de programas recreativos ou esportivos da comunidade
  • Aprender novas habilidades físicas
  • Sentar-se sem esteriotipias
  • Melhorar a postura
  • Auxílio no equilíbrio e evitando quedas frequentes

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Hidroterapia

Hidroterapia e Autismo

Os distúrbios do espectro autista se manifestam de várias maneiras, desde problemas de comportamento e comunicação até deficiências cognitivas e de desenvolvimento. Por esse motivo, existe uma grande variedade de opções de tratamento possíveis para crianças com autismo, incluindo terapias comportamentais, medicamentos, terapias ocupacionais e muito mais.

Um tratamento comum para crianças com TEA é a hidroterapia. A hidroterapia utiliza da imersão em água para a obtenção de ganhos terapêuticos que podem ser mais dificultosas para as crianças alcançarem por meio de terapias físicas/terrestres.

Os benefícios da Hidroterapia para crianças com autismo

A hidroterapia, como dito acima, é um ótimo exercício. Exercício e atividade física são tão importantes para a saúde física e bem-estar de crianças com TEA quanto para aquelas sem. Infelizmente, muitas crianças autistas podem ter dificuldade em se exercitar devido a deficiências motoras, baixa motivação, falta de confiança ou falta de orientação estruturada. Entretanto tudo isso pode mudar com a aplicação da terapia.

A falta crônica de exercício físico pode ser uma das razões pelas quais crianças com autismo têm maior risco de ficar acima do peso do que a população em geral, de acordo com alguns estudos. Os exercícios da hidroterapia podem ajudar nessa questão, além de garantir que suas funções motoras e resistência necessárias para continuar exercitando-se por conta própria.

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